Quinta-feira, 26 de Agosto de 2004

Comentário de Piu

As festas já terminaram. Sem dúvida que estas foram as melhores festas que a (ex, actual e futura)comissão de festas conseguiram organizar. A ausência de pagamento de bilhetes funcionou como um bom estimulo para a presença de mais pessoas no recinto, e, isso foi bom! Agora seria também muito importante que os intervenientes na organização das festas fossem realmente conhecedores da realidade da freguesia. Pessoalmente considero que isso está muito longe de acontecer (atenção que não descrimino nem critico os que não são da "terra" e pertencem à organização). Já pensaram se as famosas festas de Barrancos fossem organizadas por gente de Beja? Será que se conseguia manter a tradição? Sinceramente parece-me pouco provavel. Qualquer tradição só pode ser mantida pelos que realmente a sentem e não por aqueles que mesmo apesar do esforço não a sentem e nem tão pouco a compreendem. Faço este comentário apenas no sentido de alertar para o facto das festas da Urra (entenda-se festas em honra dos Padroeiros da freguesia)constituirem a unica tradição existente na feguesia. É que podem realizar-se festas alternativas noutro local, mas...quer se goste ou não as verdadeiras festas são estas, como tal é bom fazer um ponto de reflexão e pensar na importância que assumem enquanto "património" local. De qualquer modo felicito todos aqueles que trabalharam na organização das festas.
publicado por spp13150 às 21:06
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1 comentário:
De Piu a 2 de Setembro de 2004 às 11:52
Passei por cá e não pude deixar de verificar uma observação feita no livro de visitas. "Alentejanos marafados"? Já agora alguém me pode explicar o significado da palavra "Marafados"? Deve ser algum termo calão utilizado na esperança de ter piada ou coisa do género. Paciência!
No mesmo comentário aparece uma referência ao facto de na freguesia não haver passeios para as pessoas andarem. Resta-me desconfiar que o autor não conhece bem a freguesia...é que se construissem passeios para as pessoas andarem a pé os carros não poderiam circular. Será que o autor alguma vez reparou na largura das estradas?
Considerando ainda que está na "moda" andar a pé, em zonas rurais como é o caso da nossa freguesia não há qualquer necessidade de existirem passeios, uma vez que o tráfego é reduzido e não me lembro de nenhuma situação de atropelamento.
Faço este comentário porque de forma alguma me sinto um alentejano "marafado".

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